Quando pensamos em tecnologia, a muitas de nós aparecem-nos na mente entes cinematográficas malvadas como Skynet (Terminator,1984), mas também seres fascinantes como Rachael (Blade Runner, 1982), que vive entre o mundo humano e o tecnológico.

Para muita gente é o novo demónio do século XXI, criando umha juventude desligada da realidade, e exposta à raiva e bullying anónimo e impune das redes. No entanto, é precisamente através da Internet e das tecnologias que muita gente, também mulheres feministas, encontraram  iguais com quem partilhar interesses e sentir-se parte dum grupo.

A tecnologia coloca-nos nos limites dum mundo irreal, superficial e individualista, mas também ajuda a criar rede e afetos com quem fisicamente temos longe.

Poderíamos viver sem ela? Quereríamos? Como se dam tecnologia e feminismo? Vam manter-se os binômios natureza-mulher vs cultura-homem patriarcais? Seram as novas vozes do ecofeminismo capazes de fundir-se na construçom da era da ecotecnologia?

A própria Revirada é um exemplo da colisom entre mundo virtual e físico, possibilitando o trabalho intercontinental, desafiando fusos horários, mas requerendo/exigindo aprendizagens intermináveis, e às vezes frustrantes.

Procuramos propostas de escrita, desenho, fotografia, audiovisuais… de diferente extensom, que abordem a tecnologia de perspetivas feministas diversas. Do irreal ao real, do positivo ao negativo…sem limites.

Enviar proposta para reviradafeminista@gmail.com antes de 11 de janeiro.

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